Às margens dos canais mais privilegiados, em termos financeiros, o critério da fidedignidade na divulgação sobre o que ocorre e o que pensam determinadas populações é cada vez mais desacreditado, tendo-se em vista a subrepresentação ou representação estereotipada de, por exemplo, pessoas negras, indígenas, oriundas de comunidades periféricas ou carentes, nordestinos, mulheres, lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, entre outros seres humanos oprimidos.