Desejo faculdades mais plurais, inclusivas e coloridas. Quero centros de produção do saber jurídico onde existam muitas Luislindas Valois, Amandas Beatrizes, Alessandras Gabriellas, Marjores Janis, Márcias Vasconcelos, Stephanies Ribeiro, Mônicas Gonçalves, Anas, Ritas, Marias e Franciscas e não apenas um ou outro caso isolado.