Repudiamos suas palavras porque fomos estupradas nas senzalas e continuamos a ser na dramaturgia feita por brancos sobre nós através de imagens estereotipadas em seriados, novelas e minisséries. Esse é um dos mecanismos que a aliança entre o racismo usa para se perpetuar: hipersexualizando a mulher negra que se torna desprezível para outros papéis sociais. Você fala da mulata quente, gostosa, fogosa. Somos muito mais que isso. Precisamos ser mostradas como as mulheres do dia-a-dia, que trabalham, dançam, fazem festa e querem sexo sim, mas que não são apenas isso.
  • Taís

    Gostaria de parabenizar o seu trabalho. Muito bom mesmo…

  • Eu assino tambem
    Deborah Meira bancaria de banco publico

  • Carlos Rézio

    Parabéns, belo texto! Um “tapa” na cara do racismo enrustido de milhões de homens de pele branca nesse país que esquece que nas suas veias jorra sangue do escravo da mãe África. Carlos Rézio – Moçambique – África

    • Fábio Gehring

      Sr. Carlos Rézio, Não tenho nada contra qualquer raça, seja negro, amarelo, branco, cafuso, mameluco, mulato, índio, etc, mas você precisa conhecer um pouco mais do Brasil. O Brasil é muito grande e nem todos os brasileiros tem sangue negro ou índio. No sul do Brasil existe uma enorme quantidade de brasileiros de origem européia e asiática( não que isto signifique alguma vantagem) que não tem sangue negro ou sangue indígena, São brancos e amarelos de origem franca, germanica, itálica ou nipônica sem sangue negro. Os imigrantes italianos, alemães, poloneses e japoneses são exemplos de etnias que formam a população de vários estados brasileiros do sul , sem sangue negro e nem por isso deixam de ser brasileiros. Cuidado com as generalizações! Se você é negro deve sentir-se representado pelos movimentos negros mas seu eu pedir que se identifique com qualquer movimento branco, você não o fará! Por que? Por que você é negro! E aí eu digo. E daí?? Não queiram forçar uma situação dizendo que o Brasil é um país de mestiços pois não é!! Conheça o sul do Brasil e vá para interior e vais pensar que está na Itália, na Alemanha, na Polônia ou no Japão>

  • Roberto Neves

    Lindo texto. Só agora, aos 65, descubro esse universo da resistencia, ou não existia ou não ousavam permitir. Creio que ainda há um universo a ser feito, mas o que vejo já é um início. Parabéns !

  • Querida, acho que prosódia não quer dizer isso que vc escreveu.

  • Laudice Lima

    Concordo com tudo que foi escrito…

  • Paulo prado

    Fantástica resposta para alguém cuja intenção e as apenas se manter ativo na mídia e que nem mesmo merece o potencial que tem, já que nada mais do que se ajustar ao padrão global.

  • Excelente texto! gostaria de assinar tambem. Fernanda Cristina Rodrigues – Psicologa

  • é isso aí pessoal chega de humilhação, no trabalho com as piadas sem graça na faculdade ou em qualquer lugar…
    Quero assinar, Eliana Brito estudante de Administraçao pela Anhanguera e auxiliar administrativa na Área Hoteleira.

  • Idelma Capistrano

    SEXO E AS NEGA NÃO ME REPRESENTA !!!!! ACHO IMORAL E RACISTA SIM A IMAGEM DA MULHER NEGRA SER RETRATADA E ESTEREOTIPADA DESSA MANEIRA MACHISTA ESCRITA PELO FALABELA. ELE SEMPRE DESQUALIFICOU NOSSA RAÇA ,O LOIRO ALTO DE SANGUE PURO QUE ODEIA POBRE E CONSEQUENTEMENTE O NEGRO. A MULHER NEGRA NÃO É OBJETO SEXUAL, CHEGA DESSA MÍDIA RACISTA GLOBAL MOSTRAR A POBREZA, A PROSTITUIÇÃO, A HIPER SEXUALIZAÇÃO, O INSUCESSO DA NOSSA GENTE…. ISSO É UMA INSULTO A NOSSA RAÇA !!!

  • Sim, Marília Gabriela de Souza Silva

  • Eu sou mulher, negra, e estudante universitária. “Sexo e as nega” não me representa, e me faço também das suas palavras, eu também assino esse post.

  • Juliana Feitoza da Cunha

    Assino embaixo! Juliana feitoza da Cunha, servidora pública.

  • Normeide Farias

    É nojento após tantos avanços (tecnológicos…) ocorridos nesse País, às mulheres negras ainda ter que constantemente esta se defendendo, se manifestando contra essa gente racista, que em tempo sente-se aliviada, crendo que o fato de mostrar a mulher negra na tela da globo, sem em nenhum momento refletir sobre a crueldade que a organização política patriarcal e racista nos deixou com legado, podemos afirmar que de propósito insistem em reforça esse tão legado. A questão é que sempre que for preciso vamos achar uma forma de dizer basta. ” É SOBRE O RACISMO ENRUSTIDAMENTE SEM NEM SE SENTIR OU ADMITIR”, BASTA

  • elisangela

    Eu também assino, chega dessa mesmice!

  • Agna Martins Destro

    Parabéns!!! Exatamente o que penso!!! Neta de um filho de negro com índio!!!

  • Carol

    Eu concordo com tudo que vc disse. Achei bem absurdo essa sexualização, como se tudo que uma negra quisesse fosse transar. Gente, tem negra pudica, tem branca tarada, como que mantém um esteriótipo desses em pleno 2014? Vc está certíssima ao dizer que parece uma oferta de carne barata, de carne de segunda que é mais fácil de conseguir, e que te pede pouco em troca. Ridículo, deprimente e racista/machista de uma forma que me faz pensar duas vezes se eu to mesmo certa em pensar assim.
    Sobre o título, confesso que me fez, à primeira vista, lembra Sex and the City, o que parece bem legal, bem abrasileirado, parece mostrar que aqui também se trata do tema de forma divertida e “madura”. Mas aí vc vai ver o enredo e dá vontade de chorar… Bom, sou branca, então não sei o que é sofrer racismo, mas qualquer um com o mínimo de bom senso pode imaginar o quão duro é enfrentar isso por uma vida toda.

  • Perfeita reflexão, sinto-me mais do que representada.
    Josiane Acosta-atriz, professora de teatro e produtora cultural

  • Blogueiras negras: parabéns pelo Blog e pelo texto esclarecedor! Sem dúvidas, precisamos da sensibilidade de narradoras e narradores negros para contar sobre assuntos diverso, sobretudo, a sua condição na sociedade brasileira e porque esta sociedade ainda discrimina e nega. 😉

  • Érica

    Deixo aqui s minha assinatura Érica Cristina Gomes dos Santos. Filha de uma professora negra.

  • Paulo de Jesus

    Vamos resistir!
    Paulo de Jesus
    15.09.14

  • Gostaria de assinar, Alice Rodrigues da Silva
    Estudante, filha de pai e mãe negros.

  • Mariana Luz

    Gostaria de assinar também.
    Mariana da Costa Pedro Nogueira da Luz, graduanda em Psicologia pela Unip.

  • Monique Carpentieri

    Gostaria de assinar! Monique Carpentieri
    30 anos mãe de uma negra linda!

  • Luana Correia

    Me emocionaram, nada acrescentar ! Chega de achar natural o racismo neste País que é misconenado, basta de menosprezar com nossa luta !!

  • Falou tudo!

    • Gostaria de assinar também
      Lays de Oliveira Santos produtora de moda formada pelo senai cetiqt RJ

  • Perfeito!!! Concordo inteiramente!!! parabéns pela reflexão e pelo texto

  • Uine Freire

    Uine Freire, Vice coordenadora do Diretório Central de Estudantes- UESC

  • Débora Bomfim

    Gostaria de assinar

    Débora dos Santos Bomfim, graduanda em Ciências Sociais pela UESC-Ba. Componente do Coletivo Feminista Laudelina De Campos Mello

  • O coletivo Feministaaudelina de Campos Melo e o Coletivo Ousar Ser Diferente assinam!

    Mulheres da Bahia juntas nessa luta.

  • LIZIANE GUEDES

    Assino juntamente: Liziane Guedes da Silva – Estudante de Psicologia da UFRGS, Técnica em Administração e Professora de Séries Iniciais e Educação Infantil.

  • Vivian S.

    Adoraria assinar a carta também. É muito infeliz não se permitir refletir, a partir das críticas, que o papel desempenhado pelas mulheres negras no seriado corresponde ao estereótipo histórico imposto sobre esses corpos e subjetividades. Quando já não podem mais invisibiliza-las, representam as mulheres negras encarcerdas nos papeis que a sociedade racista, machista, classista e heteronormativa as impõs: a de mão-de-obra barata para tarefas de “servente”, a de corpo hiperssexualizado, a de reprodutora, …
    Vivian Souza Alves – mestranda em Ciências Sociais/UERJ

  • Margareth

    Há mais ou menos 10 anos este mesmo senhor e sua emissora assinaram uma novela das 7h na qual as personagens de uma família negra sr tratavam como macacos. Quase ninguém gritava contra isso. Depois de muitas voltas do mundo, falamos agora cada mais alto, a impedir a naturalização do preconceito. Todos os dias!

  • Perfeito!!! Bote meu nome aí na lista de assinaturas também, por favor!!!

  • Também assino. Roberta Froes-Silva. Doutora em Química. Professora e pesquisadora de uma universidade federal.

  • Eu Adriana Cacheada assino embaixo

  • Parabéns pelo belíssimo texto! Venho movimentando essa campanha no meu perfil e página e venho recebendo críticas dos que não viram nada demais nisso, mas só não vê quem já se acostumou tanto com o sistema que já está anestesiado, pois a bestialidade é óbvia! Meus cumprimentos e sororidade! Vou compartilhar!

  • Gente, vou aproveitar a discussão do post para fazer uma pergunta sobre blackface.

    Eu sei que é uma prática horrível, que estereotipa o negro, o rebaixa, e é muito utilizada no “””humor”””” (vide o Zorra Total).

    Recentemente eu vi dois casos que me parecem ser blackface e que me incomodaram, mas eu não sei se procede, ou se era algo aceitável para a caracterização do personagem.

    Uma delas era o Tiago Abravanel, que para viver o Tim Maia em um Musical teve a pele escurecida. O mesmo aconteceu com o Rodrigo Santoro para fazer o Xerxes no filme 300.

    Eu n sei se era blackface pq não era pra fazer humor, mas pra se aproximar das características físicas de personagens que existiram na vida real. Mas tbm aí não seria melhor escalar atores negros?

    O que vcs acham?

  • bruno

    Quando olhamos para seriados americanos, vemos uma quase inexistência de protagonistas negros, negras, gays, lésbicas… Uma pesquisa recente mostrou que mais de 95% dos criadores (não me lembro o número exato, mas era esmagador) era de homens brancos. Então precisamos sim de mais negros escrevendo para negros e mais mulheres escrevendo para mulheres.

    Sou homem, branco, gay e aspirante a escritor. Por ser gay sei muito sobre machismo. Faço parte de uma minoria e também sei bem sobre falta de representação.

    Recentemente estava pensando sobre personagens femininas e negros e percebi que nunca vou entender, com a profundidade adequada, o que é ser mulher, ser negro, negra, lésbica. Me senti um lixo. Sou homem e gay, e acabo entendendo melhor o que é isso.

    Não tenho a pretensão de representar tudo o que gays, lésbicas, negros, negras e outras minorias poderiam ser. Seria impossível fazer isso. Meus personagens têm um papel a ser desempenhado e a cor da pele ou orientação sexual são detalhes que constroem o personagem. Quero apenas trazer essa minoria marginalizada e representá-los com o respeito que eles merecem. É por isso que leio diariamente esse blog e outros.

    Ainda estou muito longe de escrever um livro, mas agradeço muito por iluminar minha mente com seus textos e me ajudar a ser um ser humano melhor.

  • Eu assino essa carta. Elas (#asblogueirasnegras) me representam, e a todas as gerações de mulheres que vieram antes de mim (minha mae, tias, avós, etc), as que estão ai (filhas, sobrinhas, primas, etc) e as que viram (netas, bisnetas etc..). Ah! Branco, dá um tempo…geral!

  • Sara

    Perfeita reflexão! Amei!!

  • Excelente!!!

  • Muito bem escrito esse seu texto! Eu nem sabia dessa série até ver no facebook. É sempre a mesma coisa que a gente vê. Por exemplo: você não vê as atrizes brancas mais famosas fazendo papel de empregada, e se fazem, é sempre em papéis que acabam crescendo. Mas negras se vê. Você vê uma atriz negra numa novela, e na próxima ela está como empregada, num papelzinho de nada, totalmente sem destaque. Você já viu uma negra fazendo uma grande vilã, como a Carminha de Avenida Brasil ou a Nazaré de Senhora do Destino? Eu não me lembro. E eu, sendo aparentemente branca, se quisesse fazer uma obra sobre a vida dos negros, chamaria pessoas negras para a levarem a diante, e eu só seria parte do projeto. As pessoas fazem todo tipo de porcaria com a imagem dos negros e nas suas cabeças preconceituosas acho que têm certeza de que estão “fazendo um favor”. Quando isso vai acabar????

  • eu e o grupo Orgulho de ser Feminista assinamos!

  • Vera Lucia Oscar Alves da Silva (Vera Oscar)

    Excelente texto! Fala de tudo que sofremos, mas acima de tudo, de nossa determinação em resistir e combater o racismo. Parabéns!

  • Noemi

    Belíssimo texto,

  • Também gostaria de assinar.
    Fernanda Souza dos Santos, graduanda em Arquitetura e Urbanismo pela PUC-Rio

  • Eu ASSINO.

  • Negra

    Nossa, como ser humano, realmente sem palavras!!!!

  • Marcilene Costa

    Que texto bacana também gostaria de assinar.

  • Débora Maria Pereira

    Maravilhosoooo…
    To aliviada depois de ter lido essa carta!
    Ah Branco, da um tempo!… Fala sério!

    #SACOCHEIO

  • Assino!!!

  • Posso comentar também?? rs
    Fantástico o texto, argumentos arrebatadores!
    Meu beijo

  • Assinado . Acho super válido a repetição do Ah, branco.Contrário do que outros colegas q por aqui postaram. Faz pensar : E se fosse assim e não assado como seria sentido. Surtiu efeito! Tinha achado q o autor se defendeu bem, mas depois dos argumentos defendidos aqui, acho impossível não concordar com o repúdio a proposta da série.

  • Sabrina

    Eu precisava ler esse texto hoje. Obrigada.

  • Texto maravilhoso, assino quantas vezes for preciso!!

  • eu assino! Repudio total!

  • Eu assino! Repudio total ! Mais racismo e mais esteriótipos na TV!

  • Tainá Freitas

    Taina Freitas Medeiros, graduanda em Ciências Sociais também assina!

  • Obrigada pelos comentários e assinaturas.

    Quanto ao termo branco usado no texto, ele tem relação direta com a postagem feita pelo senhor Miguel Falabella em sua página do facebook, postagem essa que motiva essa carta:

    https://www.facebook.com/miguel.falabella/posts/10152677054084826

  • Lara

    Me representa!

  • Kelle Santos

    Acho que o Ah, Branco é nada mais nada menos que se fosse um branco que estivesse falando ele iria dizer Ah, Nego…, que nesse caso é muito usado, não se tratam as pessoas negras pelo nome e nem por pessoas, tratam pela cor da pele. Achei muito bem colocado, é tipo aquela pessoa branca que conversa com um negro e vai elogiar as qualidades de um conhecido e diz: Fulano é preto, mas é tão gente boa, de confiança… Ora, agora a cor da pele determina as qualidades de caráter ou a falta dele? Muitas pessoas conversam comigo e falam, ô nega, e depois dizem: não se ofenda não, é que eu trato assim as pessoas que eu gosto… Duvido que cheguem falando com uma pessoa branca: ô nega…

  • Dulci

    Repúdio total a esse excremento!!!

  • A página “Moça, você machista” (https://www.facebook.com/MocaVoceEMachista) assina também!

  • Bárbara Borba

    23 anos, Bióloga, laureada por melhor nota, mestranda em Educação, primeiro lugar no processo seletivo, mulher e negra. Assino, com certeza!

  • Aline Moreira

    Colegas, assino embaixo com tudo o que foi dito. Só uma coisa me incomodou no texto, ficar chamando a pessoa de branco toda hora, vocês não acham inapropriado?
    Sou mulher brasileira, minha pele é branca, mas sou afro-descendente, minha família por parte de pai é toda composta por negros e indígenas. Eu achei ofensivo, me perdoem se parece que estou bancando a vítima, não é isso, só queria discutir sobre a questão com as colegas.

  • texto maravilhoso!!! quase chorei

  • não tiraria uma palavra desse texto. e, ‘ah, branco, dá um tempo’ mesmo! 😉

  • etiene

    Ótimo texto, representa a opinião de várias negras, que nao se viu representada e ate ofendida com o novo projeto da Globo

  • Scheylla

    Perfeito

  • Rafaela Barbosa

    Texto perfeito mesmo. Assino em baixo também.

  • Temos que juntas continuar demonstrando nosso repúdio, declarar que o lugar que queremos não é o de subalternas e de seres coisificados. Eu assino!

  • Susana

    Esse texto me representa. Sou Pedagoga, Professora, mãe, esposa, mulher e muito mais. Não sou as Negas…

  • Priscila

    Eu assino……lindo texto

  • Brilhante.Este texto me representa.

  • Amanda Rodrigues

    Eu assino… Endosso e o que mais for preciso!!!!! São também meus pensamentos e palavras!!!

  • Eliana

    Eu assino

  • Melhor impossível!!!
    DESMASCARANDO A REDE GLOBO
    Com à ascensão do Povo de baixa renda, para classes sociais de melhor poder aquisitivo e escolarização, e o acesso dos pobres às universidades, não só com Negros, mas sim com todo Povo que tiveram essa ascensão, se tornaram roteiro esteriotipados de todas as produções, dramatúrgicas e programas da Rede Globo. Esteriotipar os pobres brancos, negros, mulheres, jovens e etc. em um discurso subliminar de segregração entre ricos e pobres: “Vocês melhoraram de vida, mas continuem onde estão. Não invadam o nosso espaço”.

  • Eu assino

  • Denise Marinho

    Parabéns texto claro, fundamentado bem escrito. Orgulho.

  • Adorei, vocês são ótimos!

  • Assino! Rhitieli Ortiz Borges.

  • Fernanda A.

    Pessoal, PARABÉNS pelo texto, fiquei muito feliz em ler algo tão forte e especial, que esclarece pessoas brancas e além de fazer isso com pessoas negras, empodera-as também. Eu fico muito emocionada com os dizeres da carta. Espero que continuem a nos esclarecer cada vez mais para que todos aqueles que sejam capazes de enxergar tais informações e verdades possam abrir a cabeça de cada vez mais pessoas. Além do que foi dito, eu, como jornalista, quero afirmar que muitas pessoas criam vínculo de identificação com personagens da TV, pois sentem que fazem parte do glamour da moda. Isso é bom e ruim. Cria-se mentes repetindo aquilo que vêem na TV, o que faz com que os autores digam “não é uma criação de minha mente, mas uma realidade, como todos podem comprovar”. Esse é o ciclo do cinismo e do descompromisso da TV.

    Enfim, poderia falar muito e sobre muitas coisas mais, mas prefiro ficar por aqui por enquanto.

    Ah, na frase “nossos corpos não espaço”, acho que faltou a palavra “SÃO” depois do “não”. Estou certa?

    Um abraço a vocês!
    Fernanda

  • Amei o texto. Não gostei do termo. Ah Branco. Se tivesse usado Ah Globo creio que ficaria melhor. Mas o texto está aprovado.
    Vi comentários absurdos dizendo que pelo fato de ter 4 atrizes deveríamos está felizes. Ah para né. Acostumaram a ver calados. Mas esta série não tem representatividade.

    Blog da Marcy está apoiando.

  • Luisa spindola

    Muito bem escrito!

  • Ana Claudia

    Texto perfeito, mto bem elaborado… me senti muito bem representada

  • Gostei de tudo. Menos da forma como o chamam de branco. Achei que dará margem a dizer quem é o famoso racismo ao contrário. Francamente achei desnecessário. No mais, aprovadissimo

  • ASSINO!!!

  • Assina Nathália Souza também.

  • Marianna Nascimento

    MARAVILHOSAS

  • Espetacular, manas!

  • Edia

    Concordo e deixo minha admiração pelo belo texto. Já passou da hora , de vozes comprometidas com o respeito ao povo negro do Brasil, assumir e levantar bandeiras de forma organizada, e exigir o que é seu por direito. Não acitar rótulos e massacres que durante 360 dias do ano acontece . Essa grande emissora, que de democrática não tem nada, só desinforma e aliena o brasileiro, só aumenta o racismo impregnado na sociedade brasileira. Continuem nessa luta.

  • Gabriela Melo

    Assino!

  • Ana

    Perfeito texto. Sou mulher, branca, professora e assim que vi a primeira chamada, percebi o descaso e a falta de sensibilidade com a mulher negra.

  • Rosalia de Oliveira Lemos

    Assino embaixo.

  • Assino!

  • Marcela

    Fica aqui também o meu manifesto de “profunda oposição a esse mundo, de quem bate e finge entender a dor daquele que apanha”. Essa desculpa de que não é racista só porque tem amigos negros já está esfarrapada há muito tempo, não podemos mais aceitar isso e ficarmos quietas. Ah! Branco dá um tempo! Ótimo texto e reflexão, meninas!

    • Jane pereira

      Estas palavras ajudam a curar um sistema inteiro de dor e luta. De mãos dadas sempre. Beijo e abraço solidários da Jane e da kelci

      .

    • Marlene Santana

      Eu assino