Fomos caminhando juntas, rotundamente negras, e como no poema da Shirley Campbell, nos negamos rotundamente a negar nossas vozes, nosso sangue e nossa pele. E vamos enegrecer todos os espaços desta bodega de sociedade com muito axé.
  • Márcia Roberta

    Gabi, toda minha solidariedade e respeito, especialmente por fazer parte desse curso e presenciar como gênero e raça tem sido tratado como assuntos secundários e sem respeito à representação das mulheres negras que ali estão. A nossa capacidade de resignação diante das estruturas de poder não deve nos calar. Parabéns pela narrativa e coragem. Axé.

  • Texto maravilhoso e digno. Também sou negra q estudou em instituições brancas. Sofri tanto bullying sendo chamada de empregada e me reconheci no seu texto. Dói, porque é estarmos o tempo todo dando a cara a tapas. Parabéns pela escrita madura… obrigada por este conforto e apoio.

  • Bruna

    Gente, que mulher forte! Me emocionei, me vejo em cada palavra tua!
    Como disseram nos comentários anteriores, o racismo dói, mas é mais fácil de lidar com ele quando partilhamos momentos como esse com nossas irmãs de luta.
    Obrigada!

  • Que texto maravilhoso, reafirma nossa necessidade de continuar lutando. Parabéns!

  • Que maravilha!!!
    Obrigada…

  • Izabel Santos

    Adorei o texto Gabi e vou divulgar, temos que usar as armas que temos contra o racismo e o preconceito, estas posturas são intoleráveis.

  • Janine

    Chorei. A falta de representatividade é uma realidade na vida de todas nós. E a luta é diária, e as vezes cansa.

    Sempre é bom se reconhecer nas irmãs como você, e encontrar um pouquinho de força pra continuar a lutar. Sempre e muito.

    Tens razão, nunca dói menos, mas o enfrentamento é mais fácil quando seguimos com apoio.

    Obrigada.

  • Veronica Santana

    “o racismo nunca doí menos”.
    Mas em algumas pessoas essa dor transforma-se numa coragem , numa resistência…
    Como a vejo forte. Por oferecer sua dor para enfrentar conservadorismo disfarçado de “produção de conhecimento”, num espaço que devia possibilitar exatamente o contrario.
    Acredite ,a nossa capacidade de resignação não acaba nunca. Porque é isso que temos feito sempre, reinventando a vida a cada dia, pegando o preço do atrevimento, mas quando nos vemos nas historias das outras e as outras nossa, vai crescendo essa Solidariedade feminista, negra, ate o ponto que todas vão gritar. Negras Sim !
    Muito orgulho de você.
    Obrigada pela amizade.

  • Nathalia Diórgenes

    Mulher,
    chorei aqui no trabalho ao ler teu texto.
    O reconhecimento é imediato. E a dor também.
    A tua escrita consegue ser leve e pesada ao mesmo tempo demonstrando toda a sutileza e crueldade do tema.
    “O racismo nunca doí menos”, mesmo que a gente tenha que encara-lo todo dia. Você tem toda razão.
    Tenho muito orgulho de ser tua companheira e irmã de luta.
    Toda força e axé do muntopra você!
    Sigamos resistindo ao racismo nos seus processos estruturais e também nas suas capilaridades.
    Um beijo grande!