Não é de se estranhar, portanto, que crianças negras sejam retratadas pela mídia como “não tão crianças assim”. Entram numa categoria diferente do “ser criança”, assim como mulheres e homens negros são vistos como mais resistentes à dor, por exemplo, meninos e meninas negros são percebidos como pessoas que não necessitam de colo, aconchego, de carinho.